domingo, 10 de outubro de 2010


Chinoca Teimosa
João Luiz CorrêaComposição: João Luiz Corrêa ,Salvador Lamberty
Sempre que pego uma estrada

Que já me fez andarilho

O meu coração potrilho

Vai sofrenando ansiedades

Nem mesmo o calor da tarde

Aquece o frio que sufoca

Da saudade da chinoca

Que se cambiou pra cidade
Até meu pingo estradeiro

Parece entender meu mundo

Insistir em pegar o rumo

Onde vai meu pensamento

Buscar no gemer do vento

Aquela voz tão serena

E o encanto da morena

Que trago atado nos tentos
Refrão
Eu sei que serei sementes no seu caminho

Regadas por seus carinhos

E luzes pra o seu olhar

Quando a lembrança bater cancela, lá na cidade

Pela estrada desta saudade Minha chinoca vai retornar

sábado, 9 de outubro de 2010

O Rio Grande do Sul

O que você ve em um CTG? É ele que lembra a cultura do Rio Grande do Sul, mas e por que muitos gaúchos não gostam preferem ficar o dia inteiro conectado aqui no computador, ou assistindo TV.
Isso tudo não existia naquele tempo mas é muito normal fazermos isso hoje, mas oque pode encomodar alguns é que tem gente que não se interresa por nada de sua cultura e da risada de alguem pilchado comparando com um palhaço, que ridiculo. Hoje vemos muitos dizerem isso, mas fora desse estado tem outros gaúchos que cultivam sua tradição e tomam o seu chimarrão sentido o orgulho de ser gaúcho.
Quando tu dança em um CTG tu vai ta la porque tu ama tua tradição, tu vai se esforçar o maximo para ajudar a invernada e ver que isso é lembrar do Rio Grande antigo, em que eles dançavam chula, dançavam as danças tradicionais com muita alegria e que hoje muitos dão risada.
Olhe bem e diga que se é uma mentira, a cultura poucos lembram, mas quem não lembra é porque ta esquecendo suas origens, ta esquecendo o Rio Grande do Sul que hoje poucos lembram
mas tudo isso é para lembrar aonde estamos e porque estamos aqui nesse Rio Grande maravilhoso.

O que é dançar...?

A Chula
O que você pensa quando ve um peão dançando chula? Você pode dizer ''Qual a graça de dançar ao lado de uma lança?'' É o que muitos dizem, mas é porque não dançam.
Chula você dança com o coração sentido ele batendo com a alegria e o prazer de dançar junto com suas botas ao lado da lança fazendo o teu passo de chula.
Quando tu vai no teu 1° ensaio tu aprende uma simples entrada basica e no proximo passos basicos em que todo mundo sabe, mas quando tu sente prazer em fazer isso tu vai criar teus proprios passos sentido a alegria de dançar chula. Hoje tu pode dançar em rodeios, encontros de invernadas mas e quem sabe um dia quem sabe você pode ta la no enart ou no juvenart etc. Mas dançando com dedicação e dançando por gostar com certeza você vai longe.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Símbolos do Rio Grande do Sul

1. O Cavalo Crioulo

2. A ave Quero Quero

3. A planta Macela

4. A bebida Chimarrão

5. O prato típico Churrasco

6. A flor Brinco de Princesa

7. O instrumento musical Gaita

8. A estátua Laçador






Hino


Em 30 de Abril de 1838, os farroupilhas obtiveram uma de suas maiores vitórias em todo o decênio revolucionário: a conquista da vila legalista de Rio Pardo. Em meio à euforia do triunfo, eles se deram conta de que havia sido aprisionada a banda militar do 2º Batalhão Imperial de Caçadores e seu respectivo maestro, Joaquim José Mendanha. Então lhe deram o encargo de compor a música doHino da República Rio Grandense. Os historiadores afirmam ter acontecido a primeira execução em 5 de Maio de 1838.



Bandeira
A Bandeira do Estado do Rio Grande do Sul foi utilizada pela primeira vez no dia 12 de Novembro de 1836, quando o governo da República Rio-Grandense, instalado em Piratini, baixou o decreto criando o "Escudo d'armas da República, assim entendido o pavilhão dos Farroupilhas.
A Bandeira compõe-se de três panos: verde (acima), vermelho (no centro) e amarelo (em baixo) em tonalidades normais. Possui uma elipse vertical em pano branco, onde está inserido o brasão. Num lenço, ao centro do brasão, se lê a inscrição "República Rio-Grandense" e sob o brasão, o lema "Liberdade, Igualdade, Humanidade".
A Bandeira foi oficialmente adotada pelo decreto estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966, sendo governador, Ildo Meneghetti. Deve-se sua concepção ao farroupilha Bernardo Pires, em trabalho conjunto com José Mariano de Mattos.


O brasão de armas


As cores da bandeiras se devem à bandeira do Brasil (verde e amarelo) e a faixa vermelha que atravessa a bandeira na diagonal significa todo o sangue gaúcho derramado tanto na Revolução que ocorreu entre a República do Rio Grande e o Império do Brasil, quanto as demais guerras e disputas que ocorreram na região.
Brasão de Armas

O Brasão foi adotado pelo mesmo decreto que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado. Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hidelbrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires, sendo muito semelhante ao usado na época dos farrapos. O brasão é o mesmo que aparece no centro da bandeira estadual.






O Cavalo Crioulo
O cavalo crioulo foi adotado como símbolo do estado em 2002 pela Assembléia Legislativa, pois estima-se que o estado possui 86,41% cavalos Crioulos do país, raça que acompanhou o gaúcho desde a colonização inicial do estado.




terça-feira, 5 de outubro de 2010

A Chula


Chula é uma dança típica do Rio Grande do Sul. Dançada em desafio, praticada apenas por homens. A chula tem bastante semelhança com o lundu sapateado, encontrado em outros Estados brasileiros. A chula do Rio Grande do Sul vem da chula de Portugal. A chula portuguesa (antiga chula) é baseada em batidas dos pés e nos desafios.
Uma vara de madeira denominada lança e medindo cerca de 4 metros de comprimento é colocada no chão, como dois ou três dançarinos dispostos em suas extremidades. Ao som da gaita gaúcha, os dançarinos executam diferentes sapateados, avançando e recuando sobre a lança.

O chuleador que pisar na lança ou encosta-la ou perder o ritmo sera criticado pelo seu oponente que estara tentando tirar sua concentração, também não permitido olhar para a lança com muita frequencia.Hoje essa dança é mostrada apenas de forma cultural durante eventos, rodeios, etc.
Origens

Neto FagundesComposição: Antônio Augusto Fagundes - Euclides Fagundes Filho


Campeando, um rastro de glória, vem o sovado de pealoErguendo, a poeira da história, nas patas do meu cavaloO índio, que vive em mim, bate um tambor no meu peitoO negro, também assim, tempera e adoça o meu jeitoCom laço, e com boleadeira, com garrucha, e com facãoDesenhei, pátria e fronteira, pago querência e nação
(Eu sei que não vou morrerPor que de mim vai ficarO mundo que eu construíO meu Rio Grande o meu larCampeando as próprias origensQualquer guri vai achar)
Sou a gaita corcoveando, nas mãos do velho gaiteiroDizendo por onde ando, que sou gaúcho e campeiroEu sou o moço que canta, o pago em cada cançãoE traz na própria garganta, o eco do seu violãoSou o guri pelo duro, campeando um mundo de amorE me vou rumo o futuro, tendo no peito um tambor

Gauchos que amam a tradição


Os 10 melhores cantores do Rio Grande do Sul atualmente

1-Cesar Oliveira e Rogerio Melo
2-Os Mateadores
3-João Luis Correa
4-Os Monarcas
5-Os Serranos
6-Porca Veia
7-Grupo Rodeio
8-Chiquito e Bordoneio
9-Grupo Minuano
10-Os Bertussi

domingo, 3 de outubro de 2010



CTG- Centro Tradicionalista Gaúcho


RT- Região Tradicionalista


MTG-Movimento Tradicionalista Gaúcho


DTG- Departamento Tradicionalista Gaúcho

Brasão da bandeira do Rio Grande do Sul

O RIO GRANDE DO SUL

O Rio Grande do Sul iniciou efetivamente sua ocupação, em 1627, quando algumas missões de jesuítas espanhóis se fixaram na região. As missões foram atacadas, em 1637, por bandeirantes paulistas, que estavam à procura de índios. Fugindo dos ataques, os jesuítas deslocaram suas aldeias, expandindo o domínio de terras mais para o sul e atraindo os interesses da colônia.A partir da segunda metade do século XVIII, Portugal, preocupado com o interesse da Espanha na região, estimula a vinda de famílias açorianas para a capitania de São Pedro do Rio Grande. Em 1747, foi fundada a vila de Porto dos Casais, atual Porto Alegre. A região passa por grande desenvolvimento, através da agricultura e da pecuária. Esse desenvolvimento dificulta as negociações entre Portugal e Espanha, que disputam a posse do território, para a demarcação dos limites na região.O Rio Grande do Sul teve importante participação nas lutas pela independência. No entanto, quando percebe os reflexos negativos do centralismo iimperial, entra em conflito com o poder central na Revolta dos Farrapos, entre 1835 e 1845. A chegada de mais imigrantes, principalmente alemães e italianos, impulsiona o crescimento econômico, especialmente no setor industrial. O estado participa ativamente na Revolução de 1930, que põe fim à República Velha, com a liderança de Getúlio Vargas e Osvaldo Aranha.O processo de industrialização no estado desenvolve-se, a partir dos anos 70, com diversificação e empreendimentos de grande porte, como o do pólo industrial da cidade de Rio Grande.

O ENART se compõe de três etapas:

1. Etapa Regional, a cargo do Coordenador, que deve ser realizada antes do dia 25 de julho de cada ano.
2. Etapa Inter-regional, a cargo do MTG com os inscritos de cada Região (até 7 inscritos por modalidade)
3. Etapa Final, a cargo do MTG, realizada em Santa Cruz do Sul, na primeira quinzena de novembro.

Cuidados:
a) Conferir as idades dos concorrentes: integrantes de grupos de danças, inclusive musical, mínimo de 15 anos até o dia do início da etapa final; demais concorrentes, mínimo de 14 anos naquela data.Conferir se a entidade participou do SAT e o instrutor de dança do CFOR.
b) Sempre que na Região houver mais de sete concorrentes em qualquer modalidade, deve ser realizada uma classificatória.
c) Inscrever os representantes da Região, no MTG, até o dia 25 de julho de cada ano.
d) Conferir as inscrições para não esquecer ou trocar nomes e, assim, prejudicar as entidades. Não esquecer de inscrever suplentes. Não esquecer que a Entidade deve ter no mínimo 50% da pontuação possível na Lista Destaque Tradicionalista.

1- A responsabilidade de comparecimento dos inscritos, nas etapas inter-regional e final, é do Coordenador, inclusive possíveis trocas na ordem de apresentação, conforme regulamento.
2- As datas de sorteio da ordem de apresentação nas duas etapas são divulgadas no Calendário do MTG. Todos os concorrentes devem estar de posse do Cartão Tradicionalista.


MOSTRA DE ARTE E TRADIÇÃO GAÚCHA
Acontece junto com o ENART.

A organização e a montagem da exposição é responsabilidade da Coordenadoria Regional, através das Prendas e Peões e do Departamento Cultural das Regiões e do MTG. O temário é definido pela Vice-Presidente do MTG.

Regional- Cesar Oliveira e Rogerio Melo


Regional é uma criolla. Arte, cultura campeiraUm rangido de basteira, um redomão de bocalUm universo rural num sentimento profundoQue antes de sermos do mundo, temos que ser regional
Meu canto crioulo é qual pasto nativoQue brota com força e se estende na pampaJuntou rebeldias pelas recolutasDa raça mais bruta herdou essa estampa
É grito tropeiro, é mugido de tropaE assim se alvorota pedindo boladaCincerro de bronze chamando a tropilhaClafim farroupilha anunciando alvorada
Curtido a minuano e a pó de mangueiraA berro de touro e relincho de potroMoldei este canto praino campeiroPor ser verdadeiro é sinuelo pra os outros
Se quedou então RegionalPela tradição que traduz o seu jeitoTendo sentimento de pátria no sangueE amor ao Rio Grande batendo no peito
Regional por devoção, regional de nascimentoRegional no pensamento, na conduta e na emoçãoLá num oco do rincão trancando o pé na macegaQue um regional não se entrega tendo ou não tendo razão
Mistura de verso e resmungo de gaitaConceito de povo templado na guerraQue fez seu destino arrastando choronasGravando o idioma no lombo da terra
Carrega nas cinzas de cada memóriaA alma e a história de um pago ancestralForjadas num lenço, parte de bandeiraBrasão de fronteira, padrão regional.

Música Insana guerra

Grupo Rodeio
Insana Guerra

Os olhos fitando a cochilha
No rumbiar da sorte encinha
De loucas insana guerra
Pelando num pé de serra
Solito ao campo assustado
Se sentindo entrincheirado
Revive angústia e tristeza
Utopia da incerteza

Que venham gringos delá
Que eu mando chumbo de cá
Gritava bo pobre sem ver
A própria paz lhe rodeá
É triste saber que a guerra
Mais nos tira que nos dá

Louca inconsequência a guerra traz
Fronte a guerra o amor ficou pra trás
Louca inconsequência a guerra traz
Pobres loucos em busca de paz

A loucura é sem medida
Desmente a sorte perdida
Na crença de andar peleando
Exerga a tropa tombando

Sem combatente á ferida
Que este taura herdou da vida
Na cisma tosca sem cura
Aos berros mostra bravura